Pelo Mundo

Blog dos correspondentes da Folha

 

11 de Setembro e arte na rua

NOVA YORK

Como prometido, dou seguimento à série “arte pública em NY”. Hoje, as imagens que capturei pelo celular (e desculpem a má qualidade) em meio às homenagens às vítimas do 11 de Setembro.

As fotos dão uma ideia do que é morar nesta cidade —no pequeno Zuccotti Park, onde aconteceu a nona leitura dos nomes dos mortos naquele 2001, olhei em volta e encontrei duas obras. Uma estava isolada; a outra, cercada de curiosos. Lá perto, o City Hall Park tem dez esculturas em exposição.

A escultura “Joie de Vivre”, de Mark di Suvero, foi isolada para a homenagem do 11/9, no Zuccotti Park

Mulher de origem hispânica protesta contra os muçulmanos (o outro lado do cartaz trazia versão em espanhol), em frente a escultura na esquina da Broadway com a Liberty St.

A obra “Big Pink”, de Aaron Curry, é uma das dez estátuas no City Hall Park

Ao lado do City Hall Park, um protesto contra a islamofobia e a favor da construção de centro islâmico a duas quadras do Marco Zero

Pintura em homenagem às vítimas, sobre rodinhas, foi arrastada de um lado a outro, no Financial District

Escrito por Cristina Fibe às 17h32

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Quem é incendiário: o pastor ou a imprensa?

 WASHINGTON - Quando o presidente Barack Obama disse, na entrevista coletiva da sexta-feira, que "dificilmente acha que foi o governo que agravou" o caso do pastor da Flórida que planeja queimar o Alcorão no aniversário do 11 de Setembro, deixou uma pergunta no ar.

Será que foi a imprensa?

A cobertura do caso deixou o país num verdadeiro frenesi. Todos os canais de notícias passaram os últimos dias seguindo o pastor Terry Jones, que afirmou que queimaria 200 exemplares do livro sagrado no sábado. Jornais e blogs o mantiveram nas manchetes.

Jones não merecia um milésimo da atenção por sua importância ou representatividade nos EUA _tem no máximo 50 seguidores em uma cidadezinha de menos de 150 mil habitantes. Mas o pastor virou uma história quente, muito quente.

Esquisito, obscuro, marginal, já foi expulso de uma congregação na Alemanha por extremismo contra muçulmanos. Ficou indo e vindo em suas promessas incendiárias. E acabou mantendo os americanos reféns.

Depois que a história rodou o mundo, claro que teve repercussões. Protestos no Afeganistão tiveram até mortes. Praticamente todo o comando do Pentágono veio a público falar dos riscos de retaliações contra soldados e até civis americanos no exterior.

Mal dá para saber a essa altura como a história começou a chamar tanta atenção. A imprensa aponta para o general David Petraeus, comandante das forças americanas em solo afegão, o primeiro alto líder a condenar os planos do pastor. É verdade que, quando ele falou, ficou impossível ignorar a história. Não dava mais para parar de cobrir.

E a coisa cresceu como bola de neve, envolvendo outro caso polêmico _e de cobertura talvez mais legítima: a da construção de uma mesquita a dois quarteirões do Ground Zero, em Nova York, onde ocorreram os ataques do 11 de Setembro contra as Torres Gêmeas.

Mas a pergunta permanece: a cobertura foi longe demais? Será que seria possível, como sugeriu a secretária de Estado Hillary Clinton, não transmitir o desenvolvimento do caso "por patriotismo"? Deixo para o leitor opinar.

Escrito por Andrea Murta às 21h52

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E se os gringos cantam em português?

LOS ANGELES

 

Nesta semana, fui ver um show de Mary Wilson, ex-integrante das Supremes.

 

Foi num clube de jazz meio decadente, 20 pessoas na plateia, todos bem grudadinhos ao palco, um show bem intimista.

 

Eu fui porque faz tempo que ando trombando com Mary Wilson aqui nos EUA. O primeiro encontro foi num jantar, uma cerimônia de prêmios. Dei sorte de sentar na mesa dela.

 

Ela ficou encantada que eu era brasileira. Insistia que queria alguém para lhe ensinar português. Mas como ela mora em Las Vegas, e eu em Los Angeles, a história morreu ali.

 

No show, porém, entendi o desespero de Mary Wilson. Não é que ela canta mesmo em português? Quer dizer, algo parecido com português.

 

Ela cantou duas ou três músicas das Supremes, alguns clássicos como “Fever”, uma outra canção do Sting e umas três brasileiras, incluindo “Garota de Ipanema”, em inglês.  

 

Foi um dos shows mais arrepiantes que eu vi na vida. Fiquei completamente hipnotizada pela voz, pela presença de palco, pela atmosfera do lugar.

 

Até que ela mandou “Mas que Nada” e castigou o português de tal maneira que fiquei, de novo, arrepiada.

 

Pensei na hora em Ivete Sangalo, que poucos dias atrás cantara em Nova York. Duvido que tenha maltratado o inglês assim. Será?

Escrito por Fernanda Ezabella às 17h43

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O Poum de George Orwell

BARCELONA

 

Morreu Wilebaldo Solano, o último líder do Poum, o Partido Obrero de Unificação Marxista.

 

Foi pelo Poum que lutou o escritor George Orwell em sua temporada catalã, durante a Guerra Civil Espanhola.

 

Fundado em 1935, um ano antes do início do conflito, o partido estava baseado na Catalunha e tinha inclinação trotskista, o que o levaria a ser reprimido pelo stalinismo.

 

A visão do partido era que não bastava lutar contra o general Franco; a guerra pela implantação do comunismo deveria ser simultânea.

 

A vitória do franquismo fez com que seus dirigentes fossem perseguidos. Ferido na guerra, Orwell saiu fugido da Espanha. Na década seguinte, escreveria “1984”, livro fortemente influenciado por sua experiência na Catalunha.

Escrito por Roberto Dias às 16h16

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Fidel (segundo os Simpsons)

CAMBRIDGE

A revista The Atlantic deu o furo mundial, e os comentaristas fizeram suas análises (a Economist postou um editorial ácido). Mas em geral a imprensa americana não deu lá muita bola para a admissão de Fidel Castro de que o modelo comunista já não funciona para a ilha que ele governou de 1959 a 2006, quando problemas de saúde o levaram a passar o poder a seu irmão Raul e se tornar o blogueiro-em-chefe (e eminência parda-em-chefe) de Havana.

O New York Times registrou uma nota, via agências de notícias, e até a destemperada Fox News deu pouco peso à declaração. Com duas guerras, China e a economia ainda recobrando o fôlego, a Ilha do Dia Anterior parece ser a prioridade #5.237 de Barack Obama (quando ele assumiu, em janeiro de 2009, essa posição era bem mais alta - sobretudo quando a OEA readmitiu, ou 'des-suspendeu', os cubanos).

O ótimo blog The Lede, do mesmo Times, no entanto, não deixou passar batido e recorreu à genial série de animação os Simpsons para interpretar o fato.

 

(- Camaradas! Nossa nação está completamente falida. Não temos escolha senão abandonar o comunismo!

- AAAAAAh

- Eu sei, eu sei, mas todos sabíamos desde o primeiro instante que esse mambo-jambo não ia virar!)

Escrito por Luciana Coelho às 12h45

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Bond, o segundo James Bond

 
 

Bond, o segundo James Bond

LOS ANGELES

 

Los Angeles tem duas cinematecas incríveis. Qualquer turista de passagem pela cidade precisa checar antes a programação. Sempre tem filmão e convidados interessantes para falar depois da sessão.

 

Ontem à noite, fui lá ver “007 - A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969). E depois da exibição, com platéia lotadaça, quem estava lá para conversar com o público era o próprio Bond, James Bond.

 

Quer dizer, George Lazenby.

 

Ele foi o segundo ator a interpretar o espião britânico, depois de Sean Connery. E só fez esse filme da franquia, sumiu depois.

 

Lazenby, 71, australiano e residente em Los Angeles, falou por uma hora, contou causos incríveis (praticamente todos envolviam mulheres). Parecia o próprio Bond disfarçado de George.

 

Ele contou que nunca tinha atuado como ator quando conseguiu o papel. Era modelo na época, “arrogante e paquerador como o próprio Bond”, ele disse.

 

Depois do filme, que lhe deu fama e dinheiro, ele foi fazer aulas de atuação. Fez por mais de 20 anos, mas de nada adiantou, não conseguiu o mesmo sucesso.

 

Jovem e sem saber nada da vida, perseguido por paparazzi, gastou toda a grana e foi pedir asilo na casa da mãe, no interior da Austrália.

Disse que o melhor Bond, depois dele, claro, é Connery. E que não dá a mínima para o futuro da franquia, atualmente no limbo, à espera da recuperação do falido estúdio MGM.

Escrito por Fernanda Ezabella às 04h56

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Arte a céu aberto

NOVA YORK

Hoje, aproveito uma ideia do caderno de Turismo para dar início a um projeto neste blog: procurarei fotografar e postar obras de arte públicas em Nova York (e outras cidades por onde passar).

NY, que já expôs a céu aberto trabalhos de artistas valiosos, como Damien Hirst e Robert Indiana, é um paraíso para quem gosta de arte. Escrevendo matéria para o Turismo (publicada hoje no jornal), me dei conta do quanto estamos arriscados a não perceber certas preciosidades que nem escondidas estão. Em nome deste blog, tentarei corrigir essa falha.

Abaixo, alguns exemplos que coletei até hoje, um em NY e quatro na bela Chicago.

(Fotos por Cristina Fibe)

Escultura que ficou cinco dias na Times Square e foi duramente criticada pelo “New York Times”

A genial “Cloud Gate”, do britânico/indiano Anish Kapoor, diverte os turistas no Millennium Park, em Chicago

Este homem sorridente, daqui a pouco, cuspirá água: “The Crown Fountain”, do espanhol Jaume Plensa

O pavilhão de Frank Gehry, no mesmo parque de Chicago, é outra obra de arte

Instalação provisória, vinda da China, também no Millennium Park; o autor dessa estranha obra é o interessante Chen Wenling

Escrito por Cristina Fibe às 02h05

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A reconstrução do Marco Zero

NOVA YORK

A foto acima mostra em que pé está a recuperação do Marco Zero, terreno onde ficavam as Torres Gêmeas, atacadas em 11 de setembro de 2001.

Os dois quadriláteros, ao centro, marcam os pontos onde os prédios estavam. No lugar deles, haverá, a partir do ano que vem, um memorial —uma praça com árvores, cascatas sobre espelhos d’água e os nomes de todas as pessoas mortas naquele dia, nos EUA.

O texto sobre isso pode ser lido neste link, por assinantes.

Repito a história aqui só para contar um pouco dos bastidores da coletiva organizada, ontem, para dar um “update” das obras.

Pela proximidade com o aniversário de nove anos dos ataques, governador e prefeito compareceram para garantir que o memorial será inaugurado em um ano, apesar de o complexo todo —que terá museu e cinco torres—- ainda demorar pelo menos cinco anos para ficar pronto.

** Fiquei impressionada com a falta de preocupação com segurança. Os jornalistas entraram no prédio (o 7 World Trade Center, em frente ao Marco Zero) sem passar por nenhuma revista (aqui em NY, abro a bolsa até para entrar nos shows). É claro que governador e prefeito não se comparam a presidente, mas, quando o Obama veio discursar aqui, em uma universidade, o segurança só não abriu minha carteira. Cães farejadores cheiravam as mochilas e as pessoas.

** O governador de NY, David Paterson, que é “legalmente cego”, como se diz aqui (ele tem visão parcial, em apenas um dos olhos), é um daqueles exemplos de superação —e não está embutida aqui nenhuma avaliação política. Um assessor apenas indicou a ele a sua cadeira, e a partir daí ficou o tempo todo sozinho. Subiu ao palco sem ajuda, foi ao microfone e discursou como se estivesse lendo um teleprompter.

** O prefeito, Michael Bloomberg, chegou 45 minutos atrasado, mas ficou até mais tarde para o “briefing” à imprensa. Também dispensou os assessores. Mesmo com aquela postura de milionário (que é), ele organizou sozinho as perguntas, respondeu-as sem desvios e sem arrogância.

Prefeito (de gravata azul) e governador (o rosto à direita do Bloomberg), ao final da coletiva de ontem
(fotos por Cristina Fibe, com qualidade de telefone)

Escrito por Cristina Fibe às 17h07

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Brasil, das capas para os currículos

                                                                                                          Ricardo Moraes - 15.abr.10/Reuters

lulahusingh

Lula, "o cara", recebe o chinês Hu e o indiano Singh em Brasília

CAMBRIDGE

Eu achava que era uma obsessão da “Economist” e do “Financial Times”, mas agora testemunho que não é  só coisa de jornalista (e diplomata brasileiro): a projeção que o Brasil ganhou na imprensa mundial já virou, sim, assunto recorrente em sala de aula nos EUA. E em salas prestigiadas – as da Harvard Kennedy School, que forma futuros políticos, diplomatas, administradores públicos e ongueiros pelos EUA e pelo mundo.

É verdade que, se jornalistas, diplomatas e acadêmicos estão obviamente interessados no país e ávidos por informações “nossas”,  os alunos  ainda têm dificuldade em entender por que gente do peso de Joseph Nye, do ex-número 3 do Departamento de Estado Nicholas Burns e de Stephen Walt cisma em citar o Brasil depois de falar longamente sobre a China e a Índia.

Para  os graduandos e pós-graduandos, o novo peso da Ásia é muito mais presente – sobretudo por conta de seus efeitos na economia – e duradouro, enquanto a neoprojeção brasileira é mais um motivo de curiosidade do que uma tendência.

O interessante, apesar disso, é que a discussão das aulas por aqui fica no governo Lula, ou então no governo do Lula e no de FHC. Não se comenta a eleição logo aí. 

Esse status é imutável? Em termos. Fala-se claramente que o espaço conquistado pelo Brasil nos últimos 8 ou 16 anos não está ainda consolidado, embora haja consenso de que daqui para frente seja impossível ignorá-lo.  

É uma discussão que eu já havia ouvido entre os diplomatas estrangeiros em Genebra, sobretudo entre os europeus, mais encantados com o sociólogo-presidente e, principalmente, com o ex-operário presidente. Não ainda aqui.

Até que ouvi de um professor renomado a pergunta: “Mas e agora, o que vocês vão fazer com um presidente sem carisma, seja ele ou ela quem for?”.

Pedi uma entrevista para que ele me explique a resposta.

***

A partir de hoje junto-me aos meus colegas brilhantes no Pelo Mundo.  Oi.

Escrito por Luciana Coelho às 12h40

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“Eu não falo”

                                                              Fotos Roberto Dias/Folhapress

Detalhe dos pés de Guardiola no jogo-treino do Brasil

BARCELONA

A reverência com que Pep Guardiola é tratado na Catalunha chega a assustar: falar dele para um catalão é quase como falar de Deus para um católico.

Ontem, o técnico do Barcelona levou sua aura ao jogo-treino da seleção contra o time B do clube. Encostado em um carro, viu grande parte da partida, vencida pelos brasileiros por 3 a 0.

Guardiola é famoso por falar pouco. Tem como regra não conceder entrevistas exclusivas limita-se às coletivas antes e depois das partidas e a momentos bastante específicos.

A ponto de que fez sucesso na Catalunha um livro chamado “Paraula de Pep” (“Palavra de Pep”), reunido os melhores momentos de suas entrevistas coletivas.

No jogo da seleção, Guardiola procurou ser simpático, à sua silenciosa maneira. Apareceu com um tênis verde-amarelo. Quando a Folha pediu uma entrevista, esboçou um leve sorriso e respondeu em português: “Eu não falo”.


Guardiola acompanha o jogo-treino entre o Brasil e o Barça B

Escrito por Roberto Dias às 09h32

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Virais políticos

NOVA YORK

Para amantes de filmes B e até de política: candidatos americanos às eleições legislativas de novembro estão apelando a produções não convencionais (para não dizer bizarras), na tentativa de usar o poder da web para fortalecer o seu nome.

O “Wall Street Journal” dá mais detalhes em matéria publicada no último fim de semana.

Abaixo, dois vídeos que ilustram bem a que ponto chegam alguns políticos.

No primeiro, o candidato republicano Mattie Fein usa Frankenstein em sua estranha crítica ao presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

 

No segundo, a estrela é outro republicano, o Dale Peterson, candidato estreante do Alabama cujo vídeo já foi acessado mais de 1,7 milhão de vezes. Peterson contratou um diretor de ficção científica para cuidar de sua imagem segurando uma arma.

Escrito por Cristina Fibe às 20h31

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O palácio brasileiro na Argentina

BUENOS AIRES

O dia da Independência do Brasil foi comemorado em Buenos Aires com um almoço oferecido pela Embaixada a autoridades e empresários.

Cerca de 700 convidados, entre eles os ex-presidentes da Argentina Carlos Menem e Fernando de la Rúa, encheram o palácio Pereda, residência do embaixador brasileiro.

Projetado por um arquiteto francês, o palácio foi encomendado em 1914 por um fazendeiro argentino, que o transferiu para a Embaixada em 1945.

O prédio é impressionante e teria dificuldades de descrevê-lo sem adjetivos. Com varanda e jardim extensos, Pereda tem quatro andares, escadarias amplas e uma decoração imponente.

As peças mais importantes são cinco telas enormes pintadas na Europa pelo espanhol José María Sert e enviadas à Argentina especialmente para decorar o teto dos salões do palácio.

Clique aqui para ver mais detalhes e fotos.

 

Crédito: Divulgação/Embaixada do Brasil em Buenos Aires

Escrito por Gustavo Hennemann às 20h10

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Gente normal

BARCELONA

Para promover a temporada que começa agora, o canal de televisão do Barcelona produziu um vídeo com ótimas imagens do grande ativo do clube: suas divisões de base.

Muitas das cenas ajudam a entender o que é o Barcelona B, adversário da seleção brasileira no jogo-treino desta terça-feira.

A ideia do vídeo é mostrar o time do Barcelona como um grupo de “gente normal”. Gente que o torcedor do Barcelona se acostumou a ver desde pequeno circulando pelo centro de treinamento que tem sido usado pela seleção de Mano Menezes.

Dá para ver Messi em diferentes idades, e como gente normal em casa e em campo, ganhando e perdendo. Dá pra ver Xavi ainda bem menino, carregando a braçadeira de capitão. E dá pra ver gente do Barcelona B de hoje, como o brasileiro Thiago Alcântara, filho de Mazinho, num dos dias em que foi promovido ao time principal do Barcelona (Thiago, aliás, não estará no jogo-treino de hoje porque está na Polônia com a seleção espanhola sub-21).

O vídeo começa com uma declaração de Guardiola sobre Iniesta, apontado como o grande exemplo para os jogadores das divisões de base:

 

Escrito por Roberto Dias às 19h38

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